segunda-feira, 11 de julho de 2011

Diário das Minhas Maminhas - 11

Dia 11 – Segunda-feira.


Acordo cedíssimo, apesar de me ter deitado tarde.
O Sol nascente entra pela janela e acorda-me.
Sem ninguém dar conta, saio de casa antes das 8 da amnhã e vou para o Centro de Saúde.

É uma aventura por si só.
Já há uma série de pessoas à espera, ainda nem são 8h e o atendimento só começa às 9h.
Às 8:30, abrem a porta e distribuem senhas numeradas, não sem haver algumas “peixeiradas” de pessoas que se julgam à frente umas das outras.
Eu fiquei com o n.º 30.
Na sala de espera, dou continuidade a um livro que trouxe para me entreter.

Às 10:30h, mando uma sms à minha mãe a dizer que saí cedo e que não sei se almoço em casa. Ela responde, também por sms, que julgava que eu estava a dormir.
A troca de mensagens com ela, faz-me rir, pois ela age como se eu estivesse num qualquer “date” secreto.

Às 11:30h, avisam-nos que não vão atender mais ninguém de manhã, e que os números após o 26, serão atendidos à tarde, a partir das 14h.

Vou para casa, almoço com a minha mãe e saio de novo, sem dizer onde vou.

Continuo a ler, na sala de espera, até que, por volta das 15h, sou atendida.
A médica é gentil e simpática, explico-lhe que preciso das credenciais, aproveito e peço-lhe mais umas para os meus exames de rotina.
Se puder, tão cedo não irei ao Centro de Saúde, que aquilo é um tormento de espera, e percebo que a culpa é do sistema, e não dos médicos nem das recepcionistas.
Ela passa-me os documentos e vou embora.

Vou ter com uma amiga e passo parte da tarde com ela.
Já nos conhecemos desde pequenitas, desde a Primária, e é sempre um prazer poder estar com ela.

O serão passa-se bem, com uma troca de sms com Ele.
A certa altura, quebro na força e só me apetece enroscar-me no colo Dele.

Às vezes, a distância é mesmo lixada...

1 comentário:

Sopra no vento o que pensas, sentes ou sonhas... Que o vento trará até ao alto da minha árvore as tuas palavras...

Obrigada...