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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Gael é uma menina...

... com 7 anos.

Hoje, quando acordei, não me lembrei imediatamente.
Ou a minha memória anda fraca, ou... Ando tão ocupada como meu Mundo que me esqueço do Mundo das Fadas...

[Costumava ser ao contrário... No Mundo das Fadas, esquecia-me deste Mundo... Mas o meu Mundo está diferente, agora, e não vagueio tanto pelo das Fadas, creio...]

Dei comigo a pensar como o Tempo passa, e em como ela estará linda.
Uma fadinha encantadora...

E, hoje, pensei:

"Talvez quando não me lembrar de ti, te reencontre."

[Mas será que algum dia te esquecerei?...]

Hoje, digo-te, nesta mensagem que te será entregue pelas Estrelas:

Muitos parabéns, pequenina!
Desejo que cresças em Sabedoria e muito, muito Amor...

Beijinhos... **


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

6 Anos...

Pode o Tempo correr e parar ao mesmo Tempo?...

Parece que ainda foi ontem... No entanto, passaram 6 anos desde que vieste ao Mundo... Este Mundo e esta Vida, que nos une e nos separa...

Lembrei-me de ti, deste teu dia, logo pela manhã... Pensei em ti o dia todo, e não queria deixar passá-lo sem, desta única forma que me é permitido, mostrar-te que não me esqueci de ti...

Sinto, e sei, que cresces linda, sábia...

Espero, minha pequenina, que cresças também Feliz...



E sonho com o dia em que te abraçarei... Pois agora, minha filha, é tempo de distância, mas um dia, será o tempo de um abraço terno... De partilhas e de encontros...

Um dia...




Por hoje, princesinha, deixo-te um beijo de Parabéns, que envio pela Noite, para que as Estrelas e a Lua também não se esqueçam de ti e velem o teu soninho...



Beijo doce, minha princesinha Gael...

domingo, 19 de fevereiro de 2012

What Life is For?...



WHAT LIFE IS FOR

A million stars up in the sky
We watch them live, we watch them die
Now who can tell how this will be?
Now are we fools when we believe?

So listen

I never felt like this before
And I feel no guilt for wanting more
I’ll take all my chances here with you
And I can tell you feel it too


So let’s not hide it, I won’t hide it anymore
Who knows what life is for?

So take my hand
We’ll make this happen
It’s real, I’m in love with you

And then you stepped out of my screen
I’m awake inside my dream
Tears roll backwards to the light
A rush of love, I feel alive

So listen

I’m in the back waiting for you
And I can tell you feel it too
So let’s not hide it, I won’t hide it anymore
Who knows what life is for?

So take my hand
We’ll make this happen

It’s real, I’m in love with you

A million stars up in the sky
Now can you tell me which one am I?

I never felt like this before
And my heart keeps wanting more

Then let’s not hide it, I won’t hide it anymore
Who knows what life is for?

So take my hand
We’ll make this happen
It’s real, I’m in love with you

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Jurei...

... ser Eu...
O Teu Luar...
Brilhar, só Eu...
No Teu Olhar...



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pés na Terra 2

A semana passada foi difícil.
Esta também não está a ser muito fácil...
Ultimamente, sinto-me desmotivada, "embruxada", cansada.
Desinspirada até de escrever e de fazer as coisas que gosto.

Ele é o carro a dar despesas, ele é as contas a aumentarem, ele é as mudanças no trabalho...
Uma série de coisinhas que não matam, mas moem...

E hoje, telefona-me a minha Mãe...

A dizer-me que a minha prima está, de novo, a ser operada por causa do tumor, que entretanto surgiu no pescoço... Ao qual foi operada na altura do Natal, mas que agora tem de ser intervencionada de novo devido a um problema na recuperação...
E cá estou eu, a rezar para que tudo lhe corra bem, e a pensar que os bens mais preciosos não são materiais...

Somos simples e leves grãos de areia nas dunas da Vida...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

8

Há precisamente oito anos atrás, comecei a trabalhar aqui onde (ainda) estou...

Nunca pensei fazer 8 anos de casa, confesso, e há já 2 anos que tenho vontade de mudar...


Uma das frases que, ultimamente, me soa no cérebro é: "Liberta-te do velho para deixar entrar o novo.".

Mas, no entanto, e dada a situação actual do país, tenho receio de arriscar a saída sem paraquedas (sem ter onde ir trabalhar) e poder vir a ficar dependente de alguém.
Por outro lado, a área está mais que entupida, ou as ofertas existentes estão muito aquém de serem minimamente interessantes, e sinto-me numa zona profissional de "nevoeiro pantanoso", por não saber muito bem o que fazer e me sentir estagnada aqui.

Claro que, em 8 anos, nem tudo foi mau, senão nunca teria passado tanto tempo.

O problema maior é a consciencialização de que, daqui em diante, as coisas não mudam para melhor, e já nem me refiro à questão de não ser aumentada há 4 anos (e só fui aumentada uma vez desde que entrei), mas sim ao facto de não haver compensações de tipo nenhum...

Apenas houve, e vai haver, mais aumento de responsabilidades e de trabalho, e aquela sensação que quanto mais se faz, mais exigem que se faça...

As compensações poderiam traduzir-se, tão simplesmente, em mais dias de férias, ou em "banco do tempo", ou algo que nos permitisse gerir a nossa vida pessoal da melhor maneira, para compensar as horas a mais (não remuneradas) que fazemos em determinadas alturas.
Ou na possibilidade de ir a colóquios/seminários/formações, que mesmo que não fossem de interesse "directo" para a casa, houvesse autorização para ir.

Por exemplo, no ano passado, tirei um minicurso (5 dias) duma área que não está relacionada directamente com o meu trabalho, mas está "indirectamente" (e pelos vistos, vai estar mais directamente a partir de há 2 semanas atrás em que arranjámos um parceiro novo nessa área). Esse minicurso foi pago por mim, e tirei-o nas minhas férias.
Quis ir a um outro Seminário, que também não era de interesse directo para a "casa", e tive de pedir autorização e de meter um dia de férias para poder ir, uma vez que era Sexta e Sábado. Claro que todas as despesas foram por minha conta.

Já este ano, fui a um seminário da área, e era 6ª e Sábado na terra onde vive a minha mãe.
O custo do seminário foi de 25 euros.
Eu mostrei vontade de ir (pelo tema e pelo sítio, mas essencialmente pelo tema), e a "casa" deu-me o dia de Sexta. Só.
Não que eu estivesse à espera que me pagassem o seminário... Mas teria sido melhor que não me tivessem dito: "Damos-lhe autorização e o dia, porque tem lá casa onde ficar...".
Então, se eu quisesse ir a um seminário de interesse para a "casa", mesmo que pagasse tudo do meu bolso e fosse do outro lado do mundo, não me autorizavam?!?!?... Então, e o facto de eu ainda ir no Sábado a esse seminário, "perdendo" um dia de fim-de-semana, e não me comportar como outros que só vão nos dias de trabalho, não vale de nada?!?!?...

Tendo em conta que as horas que dou a mais, ao longo do ano, já somam o equivalente (sem exagero) a mais de 40 dias de trabalho (e só ainda estou em Agosto, e não sei o número certo porque prefiro nem contabilizar), creio que poderia haver maior abertura da casa em relação a este tipo de situações...

Isso, entre outras coisas, poderia fazer a diferença, a nível psicológico, de uma pessoa se sentir "escravizada" ou não.

O trabalho não me assusta, nem nunca tive problemas em fazer horas, ou "entregar-me" a uma causa, mas chegar a situações de "Quanto mais baixas a cabeça, mais ao c* te vão", não é nem do meu agrado nem do meu interesse.

Além de não poder dar formação a entidades externas (e ganhar umas lecas extra, que bem jeito davam), na área, porque é considerado "concorrência" com a casa, e o chefe entende que tudo o que sabemos, aprendemos aqui... Poupem-me...

E a palmadinha nas costas, no fim do ano, do chefe a dizer "Tenho muito orgulho em trabalhar convosco", soa tão "politicamente correcta" que enjoa, porque na hora da verdade, questiona o nosso empenho e dedicação sem razão, e arrogantemente, como já aconteceu...

Também é verdade que, ao contrário de muita boa gente, eu ainda tenho um ordenado ao fim do mês, e pago certinho. (Até quando?...)
Por outro lado, quando o ordenado só serve, basicamente (pois pouco sobra, e sem fazer "um vidão"), para pagar o facto de estar deslocada para poder trabalhar, fica assim uma sensação de inutilidade deste tipo de vida.
E a sensação de ser apenas uma "put@ laboral", a trabalhar apenas pelo ordenado ao fim do mês... :(

Enfim...
8 anos.
:S

Espero não fazer 9, e que seja por bons motivos...

domingo, 1 de maio de 2011

Sometimes...

it´s not easy being me...



...

I’m just out to find
The better part of me

I’m more than a bird...
i’m more than a plane
More than some pretty face beside a train
It’s not easy to be me

Wish that I could cry
Fall upon my knees

...

Even heroes have the right to bleed

...

Even heroes have the right to dream
It’s not easy to be me

Up, up and away... away from me

...



Five for Fighting - It's not easy (to be me)

domingo, 6 de março de 2011

If I could...





stay...
Then the night would give you up
Stay...then the day would keep its trust
Stay...with the demons you drowned
Stay...with the spirit I found
Stay...and the night would be enough

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Devagarinho...



... começo a sentir o coração a bater.

Tomo consciência de cada batida, dada em sofrimento, em compasso de dor...

E começa [o coração] a ficar cada vez mais inchado, esticado, a rasgar por não caber em si de tanta dor.

E os pulmões começam a falhar, e o ar sai do peito em soluços custosos.

Os olhos enchem-se de lágrimas que transbordam como há muito tempo não o faziam.

E o coração rebenta e as lágrimas são rios desregrados que escorrem no meu rosto.



E grito.
Grito a minha dor, a minha revolta, a minha angústia, grito em silêncio sufocando-me na almofada que me acompanha nas minhas dores e nas minhas alegrias.

Grito contra ti, contra o mundo, contra mim, grito apenas sem ninguém me ouvir.




Mas desta vez foi demais.
E dói demais.
E dói, dói, dói!

E apetece-me partir tudo, rasgar tudo, cortar com uma faca o que me dói, pegar no carro e sair à deriva por aí.
Ir ver o mar.
Despistar-me numa curva.
Perder-me de vez.

E só voltar quando encontrar em mim, dentro de mim, o espaço vazio e limpo dos estilhaços do meu coração, que nunca, mas nunca mesmo, nunca devia ter saído do congelador onde estava.








domingo, 6 de fevereiro de 2011

Uma noite...

... foi assim.

Uma outra noite, deveria ter sido assim.
Mas não foi.



[Não consigo sentir. Não consigo sentir o coração a bater. Não consigo respirar.]


Por Uma Noite - Klepht
Tocas no rosto enquanto o ar não sai
Inspiro sem medo do acto que vem
Envolvo os pés como mãos
Do toque nasce a nossa ilusão

Desenhas os risos de um novo medo
Que o peito demonstra sem qualquer sossego
Faz tempo que a culpa se foi
Ficámos de pensar só depois
Do erro.

Já pouco nos resta fechar os olhos
Escondemos actos sem qualquer receio ou angustia
Que nos prende a vontade de sentir
O corpo com prazer

Rasgas-me a roupa sem qualquer pudor
Enquanto buscas o ar pela boca
Passeias o teu cheiro no meu corpo
Por entre os braços misturo tudo
Após o prazer ficaremos mudos
Sem saber
Se é por uma noite

Grito o teu nome sem saber
Como será o amanhã
Foi um sonho real
Por uma noite.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

TPM Power

Hoje, tive uma troca de palavras "mais"... com alguém de quem gosto muito.

Reivindiquei, ralhei, fui irónica, fria, agressiva, mas sempre sem baixarias, até que a certa altura, ele disse:

"Hoje é impossível falar contigo... Estás-me a querer comer o cérebro..."

Resposta em tom irónico:
"Mioleira a esta hora?... Não me parece... Mas já devias saber que numa discussão não tens hipótese comigo..."

A verdade é que disfarcei a mágoa com ironia, a saudade com agressividade e aproveitei para dizer algumas coisas que estavam cá guardadas, à espera de oportunidade para sair.

Não é costume agir assim.
Mas às vezes, a Alma está cansada de certas situações dolorosas, e vão-se buscar forças às hormonas doidas e irritadiças da fase de Tensão Pré-Menstrual...

Não o quis magoar.
Apenas provocar um certo distanciamento que me permita levantar defesas, preparar a guarda e não estar tão exposta nem sensível às coisas que ele faz e diz sem perceber que me magoam... (Mesmo depois de lhe explicar...)

Apenas afastar-me até que qualquer coisa "menor" vinda dele deixe de doer, ou eu deixe de me importar...


(Benditas hormonas, até mesmo destrambelhadas conseguem dar jeito... :) )

sábado, 11 de setembro de 2010

Coma Informático

Caros leitores e visitantes cá do tasco,

Venho comunicar que o meu computador particular entrou em coma, prevendo-se a saída do mesmo a partir de dia 20 do corrente.

Assim, é com grande pena minha que ainda vou ter menos possibilidade de vos ler, de vos visitar, de socializar convosco, pelo menos durante uns tempos.

A parte boa disto é que, ao não estar entretida na net e nos blogues ao serão, vai-me sobrar mais tempo para arrumar papeladas e para dar uma volta às roupas de Inverno... (embora nada disto me deixe especialmente feliz... :( )


Beijinhos grandes e fiquem bem.

Até ao meu regresso :*

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A despedida



Ya estoy curado, anestesiado
Ya me olvidado de tí...

Hoy me despido, de tu ausencia
Ya estoy en paz...

Ya no te espero, ya no te llamo, ya no me engaño
Hoy te borrado, de mi paciencia
Hoy fui capaz...

Desde aquel día, en que te fuiste,
yo no sabía, que hacer de tí
Ya están domados, mis sentimientos
Mejor así...

Hoy me burlado, de la tristeza
Hoy me librado, de tu recuerdo
Ya no te extraño, ya me arrancado, ya estoy en paz...

Ya estoy curado, anestesiado
Ya me olvidado...
Ya estoy curado, anestesiado
Ya me olvidado...

Te espero siempre mi amor...
Cada hora, cada día...

Te espero siempre mi amor...
Cada hora, cada día, cada minuto que yo viva...

Te espero siempre mi amor...
Se que um dia llegará...

Te espero siempre mi amor...
Cada hora, cada día...

Te espero siempre mi amor...
Cada minuto que yo viva...

Te espero siempre mi amor...
No me olvido y te quiero...

Te espero siempre mi amor...
Se que um dia volverás...

(Letra e música - "La Despedida" de Manu Chao)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Os astros, mais uma vez...

Horóscopo do dia:

"Sol na casa 1, lua na casa 8


Neste período, que vai de 28/06 (hoje) às 23h50 a 01/07 às 16h18, a passagem da Lua pelo setor das crises pessoais pode significar um transbordamento de emoções e problemas que você tem tentado evitar nos últimos dias, Fada. O Sol em trânsito pela Casa 1 lhe chama à consciência, à clareza em relação a si mesmo. A Lua neste momento pede que você não faça de conta que não existem coisas que lhe incomodam e que dê atenção a estes pontos. O Sol na 1 lhe ajuda a ver as coisas com maior clareza, e a ter a coragem de romper com hábitos, padrões, pensamentos ou pessoas que não lhe servem mais. Reflexão para o período: do que eu preciso me libertar? "


Ah, então deve ser por isso que estou com uma telha desgraçada...

Do que eu preciso de me libertar?
Huuummm

- Da falta de vontade de escrever a tese, da falta de inspiração e motivação para isso.
Mas ontem deixei tudo arrumadinho para lhe pegar hoje e nestes dias, portanto... A ver vamos, que alguma vontade surgiu.
Se não a escrever até Setembro, já não a escrevo, deixando, pela 1ª vez na vida, algo inacabado.

- Da sensação de inutilidade no trabalho. Porque por muito que faça (e tenho-me fartado de trabalhar, não duvidem...), nunca é o suficiente, as exigências são cada vez maiores, e um trabalho que me dava pica e ânimo e alegria, tornou-se num "só vou trabalhar nisto porque me pagam ao fim do mês".

- De me sentir emocionada em relação a ele. De ainda pensar nele. Da irritação que me dá ainda estar apegada a ele. PQP!

- Do medo de arriscar a loucura: deixar o trabalho e ir estudar outra área, que neste momento é mais motivante. E que seria, eventualmente, melhor paga.

- Da sensação de desinteresse por esta terrinha, desta gentinha (o facto de ter que ter dado uma chapada a um gajo não ajudou nada à festa...)...

Portanto, do que preciso de me libertar?
Da sensação da minha vida não fluir como um rio, mas ser um charco de águas estagnadas...

:s

(a culpa é dos astros, só pode...)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Há alturas...

... Em que ser minimamente feliz parece impossível...

Há dias em que o cansaço geral, físico e mental, se torna num cansaço emocional, até mesmo espiritual.

Há dias em que acordo e resmungo, porque no mundo dos sonhos, mesmo até dos pesadelos, se está melhor do que na realidade duma cama vazia dele.

Há dias em que a minha Alma está cansada da vidinha desenxabida que por vezes tenho, e só lhe apetece partir.

Há dias em que me faltam forças até para respirar.

Há dias em que no final até consideramos que foi um bom dia, que sabemos as vantagens e temos consciência das bençãos que nos dão, mas que não conseguimos agir em conformidade e parecemos "mal-agradecidos".

Há dias em que simplesmente não me apetecia acordar. Para sempre.

Há dias em que tenho de respirar devagarinho, e fazer tudo devagarinho, porque se tentar fazer mais ou mais depressa, esgoto-me, falta-me o ar.

Há dias em que não sinto motivação para nada.

Há dias em que me revolto por alguém te tirado o meu coração do congelador e ter feito com que os sentimentos nascessem e depois, incautamente, sem maldade, o ter deixado cair e feito quebrar.

Há dias em que não me apetece sentir. Porque "sentir", dói.

Há dias em que me sinto apenas em dor.

Há dias de merd@, e eu ando a ter demasiados desses dias, ultimamente...

Fuck... :(

domingo, 7 de março de 2010

Tristeza

Hoje estou triste.

Estes últimos dias, passei por diversas emoções, mais ou menos intensas, que me agitaram o interior em maior ou menor grau.

Quem convive comigo esporadicamente, raramente se apercebe do meu estado de espírito, pois sou uma pessoa alegre por natureza e quando não estou, ponho-me!
Não gosto de andar triste, não gosto de mostrar "trombas", que não sou nenhum elefante.

Brinco, rio, faço de palhacita, e tenho uma "máscara" de "está tudo bem" mesmo quando não está.

Tenho essa capacidade, não é fingimento, não é não querer partilhar o meu estado de espírito, mas simplesmente, guardo as lágrimas para a almofada e para o silêncio da noite.
É uma emoção reservada, e pouco mostrada.
Só se apercebe quem me conhece bem, quem me sabe ler os olhos, e mesmo assim, só quem sabe do que se passa, ou tem alguma noção do tema que me causa a tristeza.

Mas hoje, estou triste.
Estou triste por razões diversas, entre as quais ter que assumir determinados erros que cometi (mas que não magoaram ninguém mais além de mim) e ter de ponderar em mudar as atitudes que levam a cometer esses mesmos erros em que caio desde há alguns anos.
Ter de mudar a minha natureza, em certas coisas, não é fácil.
Mas talvez seja necessário, mesmo.

E estou triste por uma outra razão, que implica a espera de um determinado acontecimento, e paciência.
Muita paciência.
Mesmo para a possibilidade de não acontecer o que espero.

E sinto-me assim, triste.
Apenas triste.

Não estou zangada, nem irritada, nem frustrada, nem desesperada.
Estou apenas triste.

Como se o mundo, estes dias, nestes próximos dias, deixasse de ter as cores do costume e fosse apenas pintado em cinza, água e sal...

quinta-feira, 4 de março de 2010

Medos...

Ontem, de manhã, acordei com uma dor no baixo ventre, no lado direito.

Contas feitas (porque ando com um ciclo de 28/29 dias), e pelo tipo de dor, topei logo o que era: ovulação.

Veio acompanhada dum certo sangramento, nada de grave, óbvio, mas hoje nem me estou a sentir muito bem.

Se é disso, se é das mudanças de tempo, se é tudo junto... Não sei.

Dei comigo a pensar que, se engravidasse hoje, era mais provável ter um menino, porque dizem que os espermatozóides Y são mais rápidos que os X (sendo estes mais resistentes).

E voltaram os meus medos de nunca engravidar, de nunca ter um bebé, de nunca sentir a minha barriga a crescer por algo mais que as porcarias que, por vezes ou muitas vezes, como.

Dei comigo a pensar que tenho quase 35 anos e...
E que na minha idade começa a ser cada vez mais difícil, e mais provável de poder ter bebés com "problemas", etc, etc, etc...

E pronto, acho que este é o meu maior medo na vida: nunca ter um bebé lindo, saudável, sangue do meu sangue, nascido do meu ventre...

E confesso que me sinto muito, mas muito incompleta, por não ser mãe.

:(

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

:s

Estou com uma vértebra deslocada.

É a do costume, a que me dá dores e me causa indisposição, que me afecta a vesícula e a digestão.

Que faz com que não use soutien quando estou assim.

Que fez com que acordasse há meia-hora, tendo-me deitado às 2:00.

Vou ao "loiro" na próxima semana, mas não quero sofrer até lá...

Portanto, preciso duma massagem.

Voluntários?...

:s

sábado, 10 de outubro de 2009

Ontem...

... passei o dia todo com esta música a comichar-me no cérebro...

i gotta feeling
that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good good night





E foi mesmo! :D




Bom fim-de-semana, se não vos visitar entretanto! :)
Beijooooooooos :D



segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Feel in... Strange days...

Hoje...

Nem sei o que diga sobre hoje...
Foi um dia... Diferente.

Vesti roupa desportiva (t-shirt, calças de treino, sapatilhas) e sentia-me sexy. Por dentro.
E com o que se sucedeu ao longo do dia, acho que ando a libertar feromonas num raio de uns 300 kms...


Bem, adiante.
A seguir ao almoço, preparo as malas e venho para a cidade da minha Escola.

E pelo caminho, lembrei-me, como já me tinha lembrado noutras ocasiões, dum homem que foi o último homem com quem "andei a trocar fluidos".

Alguém que sempre senti como "aconchegante", como "o homem que nunca me magoará".
Sempre fomos honestos um com o outro, tal como faço questão de ser sempre, mas que, na verdade, raramente encontro essa honestidade nas outras pessoas.
E reparo, que estar aqui nesta cidade, sem ele, faz-me impressão.

Liguei-lhe.
Ele não pode atender, ligou-me mais tarde.

"Ralhei" com ele, que devia estar cá, que não era justo deixar-me cá sozinha.

Claro que ele não está porque não pode.
Mas considerou vir cá ter comigo, enquanto eu cá estiver.
Correria uma série de quilómetros para vir matar saudades, que também as sentia, disse.
Claro que ambos gostaríamos que ele estivesse cá.
Não necessariamente pelo "replay", já estivemos juntos outras vezes em que nada aconteceu.

Mas...
Confesso que é uma das presenças mais aconchegantes dos últimos... ui... 6 (?) anos...

É engraçada a relação que temos. Ele namora. Eu não.
Ele já mo disse (e não foi o único), que só trairia a namorada se fosse comigo. E mesmo que isso seja uma "conversa da treta dos homens", sei que ele está a ser sincero (tal como os outros que o disseram, e não, não estou a ser presunçosa).

Falamos sobre imensas coisas, sobre aventuras de todo o género, ou, simplesmente, estamos um com o outro. E sempre me soube bem. Sermos amigos.

E hoje, queria que ele estivesse aqui comigo. Hoje, não sei se resistiria à vontade de... "Algo mais".
Hoje estou frágil demais, mas também sei e sinto que hoje, se ele estivesse aqui, e eu quisesse... E ele soubesse que era por estar frágil e carente, ele não tiraria proveito da situação.
Ele sabe que se fosse o último homem à face da terra, a humanidade não acabava aqui. :)
Não sei se isso lhe basta, se saber isso lhe basta, mas...
Ele sempre me respeitou.
E é isso que me faz confiar nele como dificilmente confio num homem.

Hoje, decididamente, apetecia-me o aconchego dele. Os braços dele, o mimo dele. O sentir-me protegida e confiar nessa protecção.
Aconchego, mesmo.
Pronto.
Só isso.

Aconchego.