No passado fim-de-semana, li o romance "Amor Verdadeiro", de Jude Deveraux, o primeiro da Trilogia "Noivas de Nantucket".
Comecei-o na sexta-feira à noite, fiz noitada no Sábado para ler mais um bocado, andei zombie no Domingo, mas acabei de o ler.
Na minha opinião, lê-se bem.
É fácil de ler, embora a autora "meta palha" nalgumas descrições (ou, talvez, seja pela forma como as faz), "pesando" a estrutura do livro (é um "calhamaço", mesmo, ou, se preferirem, um catarpácio... de 484 páginas) e tem o Happy Ending que eu gosto.
Se o Amor Verdadeiro é real? Sim, e não tenho dúvidas nenhumas acerca disso [chamem-me romântica incorrigível, se quiserem ;) ].
Se esse Happy Ending do livro é irreal? É. Tanto quanto uma história de Amor que fala de fantasmas e reencarnações o pode ser... ;)
Nesta última semana, para desviciar do computador (e porque ele e eu estamos a precisar de reforma: a minha, antecipada, e a dele, tardia), andei a ler.
Li "Smilla e os Mistérios da Neve", de Peter Hoeg, oferecido por uma amiga nos meus anos.
Não foi uma leitura fácil.
Há expressões e modos culturais que me custaram apreender.
Há imensas referências matemáticas, na cabeça de Smilla.
Há tanta neve, tanto gelo e tanto frio, que seria incapaz de ler este livro, no Inverno, sem ficar gelada.
Mas achei este policial muito bom, com a personagem de Smilla muito elaborada, e com uma visão do mundo muito interessante. Tão bom que fiquei com vontade de ver o filme, a ver se não desilude.
Em seguida, li outro policial/romance, "Criança Desaparecida", de Patricia MacDonald.
Apreciei especialmente a abordagem, ou a nota de atenção, que a autora faz ao facto de, no caso de crianças desaparecidas, os pais não biológicos são, usualmente, vistos de forma mais suspeita que os pais biológicos. Neste caso, a madrasta.
No entanto, com as coisas que lemos e sabemos hoje em dia, acerca de muitos pais biológicos, tenho pena que isto ainda possa acontecer... Principalmente quando a maioria das mães adoptivas são mães tão interessadas e amam tanto os seus filhos como se os tivessem carregado no ventre.
Finalmente, li "Encantamento", de Alice Hoffman.
Muito fácil de ler, é uma abordagem à Santa Inquisição Espanhola, visto pelos olhos de uma jovem de 16 anos que nem sabia que era judia, e vê a família a ser destruída pela inveja e cobiça alheia. Mas também fica a saber o que é o Amor, a amizade e o respeito pela diferença.
Neste conto, a Mãe dela dizia que as lágrimas eram azuis...
É um conto algo triste, mas que prende pela sua beleza e simplicidade.
Hoje, não sei qual vai ser a minha leitura nocturna... Hummm... Tenho ali um caixote cheio de livros por ler, e mais uns quantos no sótão... Yupiiiiiiii :D
Acabei de ler, há um bocado, o livro "O Físico", de Noah Gordon, que andava a ler há algum tempo...
E...
ADOREI!!!
As suas 510 páginas levaram-me por um mundo diferente, e fizeram o que um bom livro me faz: apresentou-me uma sequência de imagens fabulosas, que me fizeram viajar com Rob Cole pela Pérsia Antiga, numa sucessão de sensações e sentimentos que mexeram comigo.
No fim, fica-me a pergunta, feita a mim própria e a quem quiser responder:
O que serás capaz de fazer pelo Sonho da tua Vida e pelo teu Grande Amor?
Um blog (do) fantástico, num formato especial... 4 são os contadores, 4 são as personagens principais! Imperdível.. Para quem sonha uma noite diferente... VISITEM!!! (clicar na imagem)
"Hoje sei como se mede a verdadeira idade: vamos ficando velhos quando não fazemos novos amigos. Estamos morrendo a partir do momento em que não mais nos apaixonamos.", in Mar me Quer, Mia Couto - e eu não quero envelhecer nunca, quero ser sempre menina-mulher! :)
"Que trazemos oceanos circulando dentro de nós? Que há viagens que temos que fazer só no íntimo de nós?", in Mar me Quer, Mia Couto - e são tantas as viagens que faço em mim, que esta não poderia deixar de levar comigo...
"[...]Mas não quero morrer num só lugar. Não posso acabar todo inteiro num único lugar. Já tenho os sítios onde irei morrer, um bocadinho em cada um.", in Mar me Quer, Mia Couto - porque também vivo em muitos lugares, recuso-me a morrer apenas num! Na verdade... recuso-me a morrer! :)
Obrigada, Vekiki!
Welcome to the Jungle!!!
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No fundo, não garanto nada, pois... isto é a Selva!