Mostrar mensagens com a etiqueta Coisas que me deixam triste. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coisas que me deixam triste. Mostrar todas as mensagens

sábado, 6 de junho de 2015

2 Dias

Dizem que a Vida são dois dias, e um já passou.

Hoje, para um amigo, passaram os dois. Num minuto.

Com 40 anos apenas, sem sequer estar doente, sem ser por acidente, a luz dele apagou-se. Num instante.

Quão terrível é isso?

Quão terrível é percebermos a fugacidade da nossa existência, a nossa insignificância?

Quão terrível é saber que ficaram palavras por dizer, emoções por sentir, vivências por experimentar, porque a Ceifeira surgiu sem pré-aviso?

Quão terrível é saber que ele partiu, num almoço de família, à frente dos pais, dos irmãos e dos sobrinhos pequenos?

Quão injusto é esta situação?

Hoje, choro por ti, R. Q.. 
Porque, não sendo tua íntima, eras íntimo duma grande amiga minha, que ainda está em choque.
Porque me lembro da tua simpatia, da tua inteligência e das brincadeiras, num Setembro, em Celorico da Beira e em Linhares.
Porque acho injusto para com a tua família.
Porque acho injusto para ti.
Porque, hoje, me lembraste outro Amigo, esse mais íntimo, que partiu e a quem nunca quis dizer "Adeus", pois nunca quis acreditar que nunca mais o veria.

Para todos os efeitos, estás em Madrid, ou em Lisboa, ou em Tondela, ou... whatever.
Foste de viagem e, um dia, voltas.

Até à vista, R. Q..
Descansa em Paz.

:(



segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O meu cão foi para o Céu


O meu cão chama-se D. ou antes, o cão do meu irmão Caçula chamava-se D.
Estava connosco há 17 anos, já estava cego dum olho, por ter sido atropelado, já estava surdo, por causa da idade, e já resistira a um cancro junto da cauda que o fez passar por 3 operações, deixando sempre a veterinária espantada com a sua resistência e vontade de viver.
O meu cão chama-se D. e agora está no Céu.

Esta sexta-feira, quando cheguei a casa da minha Mãe, já bastante tarde, ela contou-me que o Caçula tinha encontrado o D. à chuva, a sofrer uma convulsão ou um ataque epilético, e que tinha estado a tratar dele.
Fiquei apreensiva e desci ao quintal, onde encontrei o D. num abrigo, imóvel, de olhos abertos sem expressão, e a respirar ruidosamente, com dificuldade.
Ajoelhei-me ao pé dele e comecei a fazer-lhe festas, e apercebi-me que ele tinha encharcado, de novo, as mantas secas que o meu irmão lhe tinha posto por cima.
Chamei o Caçula e pedi-lhe ajuda para fazermos uma cama nova, seca, mesmo sabendo que ele poderia sujar tudo, pois estava doente dos intestinos.
O meu mano trouxe mais mantas, e pegou no D., que não se mexia, nem reagia... Parecia em coma.
Colocámos protecção por baixo, as mantas secas por cima, e fiquei de novo a fazer-lhe festinhas.
De coração pequenino e lágrimas nos olhos.

O meu irmão disse-me, numa voz de quem me queria preparar: "Olha que ele não deve aguentar muito mais, se calhar não passa desta noite..."
E eu respondi: "Sim, mas se partir, ao menos que parta o mais confortável possível..."

E deixei-me estar junto dele, a fazer-lhe festinhas...
Ainda se agitou, e o Caçula avisou-me que ele poderia abocanhar-me sem querer, mas tal não aconteceu.
Este cão nunca, mas nunca mesmo, me magoou, nem mesmo sem querer.

Entretanto, o Caçula foi tratar doutros assuntos com o meu N.º 1 e eu fiquei sozinha com o D.

Senti-me tão triste, e doía-me vê-lo assim, a sofrer... Comecei a fazer-lhe reiki, e a rezar. 

E agradeci-lhe, agradeci-lhe toda a companhia e protecção que nos deu estes anos todos, desde que apareceu, num Outono há 17 anos atrás, talvez perdido, talvez abandonado.
Agradeci-lhe ter-nos adoptado, pois assumiu-se como nosso guardião, e protegeu-nos sempre... Num instante, ainda antes de ser oficialmente adoptado, ficou a conhecer os carros todos da casa, e ladrava de forma diferente em função de quem se aproximava e nós sabíamos sempre quem estava a chegar.

Agradeci-lhe todos os cuidados, as brincadeiras, os passeios, e enquanto falava com ele, e lhe fazia festas, senti que ele acalmou e adormeceu, com a respiração mais regular, embora parecesse constipado.

Rezei.
Rezei para que Deus acabasse com o sofrimento dele e o levasse para o Céu enquanto dormia, e de preferência que sonhasse que era cachorro de novo e andasse aos saltos no meio das ervas a perseguir pássaros e borboletas e coelhos.

Deixei-me estar mais um bocado a mimá-lo, até que fui cear, deixando-o a dormir.
Após a ceia, e antes de ir com o meu Músico para a nossa casinha, tive de ir vê-lo de novo.
Dormia... Calmo, sereno, quentinho.

Na manhã seguinte, liguei à minha Mãe a perguntar se já tinha ido ver do D. Ela confessou que ainda não tinha tido coragem, pois receava encontrá-lo morto, mas que o Caçula o tinha ido ver de madrugada e ele dormia.
Disse-me que já me dizia alguma coisa.

Passado um pouco, recebi uma SMS dela a dizer que o D. estava morto.

Chorei, pois este cão não era um cão qualquer, pelo menos para mim.
Foi o meu primeiro cão ou, de certa forma, o único. Nunca tive um cão, e na verdade, este cão era do Caçula, e não "meu" ou "nosso", mas continuo a achar que foi ele que nos adoptou e nos quis para família dele.
Era um cão inteligente e meigo, brincalhão e esperto, com um lindo pêlo cor de avelã e os olhos castanhos e doces.
Só implicava com o cão da vizinha, e com alguns gatos que se atreviam a provocá-lo; e um dia mordiscou o rabo dum senhor que se atravessou à frente dele, numa noite. [O senhor não sofreu nada de muito grave, só umas calças rotas e dois buraquinhos na pele, que ele só estava a "avisar" que não era sítio para andar ali... ;) ]
Até as minhas irmãs e as minhas sobrinhas, menos dadas a animais, gostavam dele e não passavam sem "ir fazer uma festinha ao D.".

Liguei à minha Mãe, que me disse que ele parecia dormir, de tão sereno que estava, e ela teve de lhe tocar para se certificar que ele já tinha partido.
Gostei de saber disso, que a partida fora serena...

Mas tenho saudades do meu D. ... :(

Sei que um dia o tornarei a ver, que estará à nossa espera do Outro Lado, para nos acarinhar e receber.
E espero que, onde quer que ele esteja agora, haja pássaros e borboletas para perseguir aos saltos no meio das ervas...

Descansa em Paz...



domingo, 12 de fevereiro de 2012

Um Momento...

... Pode fazer toda a diferença...




R.I.P. Whitney Houston...

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pés na Terra 2

A semana passada foi difícil.
Esta também não está a ser muito fácil...
Ultimamente, sinto-me desmotivada, "embruxada", cansada.
Desinspirada até de escrever e de fazer as coisas que gosto.

Ele é o carro a dar despesas, ele é as contas a aumentarem, ele é as mudanças no trabalho...
Uma série de coisinhas que não matam, mas moem...

E hoje, telefona-me a minha Mãe...

A dizer-me que a minha prima está, de novo, a ser operada por causa do tumor, que entretanto surgiu no pescoço... Ao qual foi operada na altura do Natal, mas que agora tem de ser intervencionada de novo devido a um problema na recuperação...
E cá estou eu, a rezar para que tudo lhe corra bem, e a pensar que os bens mais preciosos não são materiais...

Somos simples e leves grãos de areia nas dunas da Vida...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Devagarinho...



... começo a sentir o coração a bater.

Tomo consciência de cada batida, dada em sofrimento, em compasso de dor...

E começa [o coração] a ficar cada vez mais inchado, esticado, a rasgar por não caber em si de tanta dor.

E os pulmões começam a falhar, e o ar sai do peito em soluços custosos.

Os olhos enchem-se de lágrimas que transbordam como há muito tempo não o faziam.

E o coração rebenta e as lágrimas são rios desregrados que escorrem no meu rosto.



E grito.
Grito a minha dor, a minha revolta, a minha angústia, grito em silêncio sufocando-me na almofada que me acompanha nas minhas dores e nas minhas alegrias.

Grito contra ti, contra o mundo, contra mim, grito apenas sem ninguém me ouvir.




Mas desta vez foi demais.
E dói demais.
E dói, dói, dói!

E apetece-me partir tudo, rasgar tudo, cortar com uma faca o que me dói, pegar no carro e sair à deriva por aí.
Ir ver o mar.
Despistar-me numa curva.
Perder-me de vez.

E só voltar quando encontrar em mim, dentro de mim, o espaço vazio e limpo dos estilhaços do meu coração, que nunca, mas nunca mesmo, nunca devia ter saído do congelador onde estava.








domingo, 6 de fevereiro de 2011

Uma noite...

... foi assim.

Uma outra noite, deveria ter sido assim.
Mas não foi.



[Não consigo sentir. Não consigo sentir o coração a bater. Não consigo respirar.]


Por Uma Noite - Klepht
Tocas no rosto enquanto o ar não sai
Inspiro sem medo do acto que vem
Envolvo os pés como mãos
Do toque nasce a nossa ilusão

Desenhas os risos de um novo medo
Que o peito demonstra sem qualquer sossego
Faz tempo que a culpa se foi
Ficámos de pensar só depois
Do erro.

Já pouco nos resta fechar os olhos
Escondemos actos sem qualquer receio ou angustia
Que nos prende a vontade de sentir
O corpo com prazer

Rasgas-me a roupa sem qualquer pudor
Enquanto buscas o ar pela boca
Passeias o teu cheiro no meu corpo
Por entre os braços misturo tudo
Após o prazer ficaremos mudos
Sem saber
Se é por uma noite

Grito o teu nome sem saber
Como será o amanhã
Foi um sonho real
Por uma noite.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Silêncio

Não és aquele que eu gostaria que fosses.
Não és, para mim, aquele que eu gostaria...

Há já muitos anos, rasgaste os laços de sangue que nos unem, cavaste um fosso que nem a boa-vontade nos fará ultrapassar.

Tenho pena que seja assim, mas não fui eu que o assim quis.

Mas hoje, em segredo, choro a tua dor.

Apesar de ser um daqueles teus segredos que não partilhaste connosco, nós soubemos.

E lamento por vós, a vossa dor.
E como segredo que era, silêncio apenas se ouvirá.
Não haverá condolências, nem abraços tristes.

Apenas um silêncio consternado e dorido.
Mas podes ter a certeza que todos nós sofremos a tua dor.

Lamento muito... Mesmo muito...

:(

domingo, 30 de janeiro de 2011

É assustador...

... o tipo e quantidade de anúncios da treta que dá a esta hora da matina...


[MEDO]


Fadinha com febre, com dores e sem coragem para ir à cozinha comer qualquer coisa para se poder drunfar legalmente...

:(

sábado, 11 de setembro de 2010

Coma Informático

Caros leitores e visitantes cá do tasco,

Venho comunicar que o meu computador particular entrou em coma, prevendo-se a saída do mesmo a partir de dia 20 do corrente.

Assim, é com grande pena minha que ainda vou ter menos possibilidade de vos ler, de vos visitar, de socializar convosco, pelo menos durante uns tempos.

A parte boa disto é que, ao não estar entretida na net e nos blogues ao serão, vai-me sobrar mais tempo para arrumar papeladas e para dar uma volta às roupas de Inverno... (embora nada disto me deixe especialmente feliz... :( )


Beijinhos grandes e fiquem bem.

Até ao meu regresso :*

Alcafache - 25 anos

Há anos, estive nas termas de Alcafache, sentindo, em pleno Inverno, o calor das águas termais e o leve cheiro a "ovos podres", resultante de águas sulfurosas.

Nesse dia, mencionou-se levemente o acidente, para mim desconhecido, pois era demasiado menina na época em que ocorreu.

Por vezes, passo perto do memorial dedicado às vítimas do maior acidente ferroviário de Portugal.

E o que mais me lembro, ao passar lá, foi algo que ouvi dizer a um moço da minha idade, que na altura foi, ainda criança e juntamente com o pai, socorrer as vítimas:

"Nunca mais me esqueço do cheiro a carne queimada. Andei durante muito tempo sem comer carne assada, devido ao que o cheiro me lembrava..."


E com toda a importância que esse acontecimento teve e tem, no nosso país, fiquei a saber hoje que nunca ninguém foi responsabilizado pelas mortes ocorridas, nunca se avaliaram correctamente o número de vítimas e reparo, tristemente, que esta notícia teve direito a MENOS tempo de antena que o resumo do WTC...


Descansem em paz.

WTC - 9 anos

Dizem, no noticiário, que foi um dia inesquecível.

Mas para o caso de nos termos esquecido, tornam a mostrar as imagens terríveis daquele dia, durante uns largos minutos.

Doeu-me, novamente, a dor e o medo das pessoas que sofreram directamente com tudo o que aconteceu.

Dói-me as mortes de inocentes, resultantes duma guerra que não quiseram nem provocaram.

Enraivece-me a impunidade e a hipocrisia dos verdadeiros culpados.

E não me venham dizer que não foi um inside job...

domingo, 5 de setembro de 2010

"A saúde mental dos portugueses"

"A saúde mental dos portugueses
Por Pedro Afonso

Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas


Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.

Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.

E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante estes rostos que me visitam diariamente. Médico psiquiatra


in Público - A saúde mental dos portugueses, 21/06/2010"


Este texto, excelente no conteúdo e na simplicidade com que é abordado, reflecte a nossa sociedade, na vertente "mental".

E repito o que já disse por várias vezes (talvez não aqui):
Termos uma juventude "estúpida" e desinformada, emburrecida, sermos um povo inundado de "rendimentos mínimos", falta de educação (académica e social) e estupidificado por futebóis e telenovelas (muitas delas, a reflectirem um modo de vida "errado", sem valores sociais, mas que passa a ser "certo" porque apareceu na TV...), torna-nos fáceis de controlar.

E é por isso que o Governo, e os Governos acima do Governo, nos querem assim:
- estupidificado quem não está atento,
- mental, espiritual e fisicamente esgotado quem tem alguns conhecimentos para poder tentar mudar o rumo das coisas...

:(

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Os astros, mais uma vez...

Horóscopo do dia:

"Sol na casa 1, lua na casa 8


Neste período, que vai de 28/06 (hoje) às 23h50 a 01/07 às 16h18, a passagem da Lua pelo setor das crises pessoais pode significar um transbordamento de emoções e problemas que você tem tentado evitar nos últimos dias, Fada. O Sol em trânsito pela Casa 1 lhe chama à consciência, à clareza em relação a si mesmo. A Lua neste momento pede que você não faça de conta que não existem coisas que lhe incomodam e que dê atenção a estes pontos. O Sol na 1 lhe ajuda a ver as coisas com maior clareza, e a ter a coragem de romper com hábitos, padrões, pensamentos ou pessoas que não lhe servem mais. Reflexão para o período: do que eu preciso me libertar? "


Ah, então deve ser por isso que estou com uma telha desgraçada...

Do que eu preciso de me libertar?
Huuummm

- Da falta de vontade de escrever a tese, da falta de inspiração e motivação para isso.
Mas ontem deixei tudo arrumadinho para lhe pegar hoje e nestes dias, portanto... A ver vamos, que alguma vontade surgiu.
Se não a escrever até Setembro, já não a escrevo, deixando, pela 1ª vez na vida, algo inacabado.

- Da sensação de inutilidade no trabalho. Porque por muito que faça (e tenho-me fartado de trabalhar, não duvidem...), nunca é o suficiente, as exigências são cada vez maiores, e um trabalho que me dava pica e ânimo e alegria, tornou-se num "só vou trabalhar nisto porque me pagam ao fim do mês".

- De me sentir emocionada em relação a ele. De ainda pensar nele. Da irritação que me dá ainda estar apegada a ele. PQP!

- Do medo de arriscar a loucura: deixar o trabalho e ir estudar outra área, que neste momento é mais motivante. E que seria, eventualmente, melhor paga.

- Da sensação de desinteresse por esta terrinha, desta gentinha (o facto de ter que ter dado uma chapada a um gajo não ajudou nada à festa...)...

Portanto, do que preciso de me libertar?
Da sensação da minha vida não fluir como um rio, mas ser um charco de águas estagnadas...

:s

(a culpa é dos astros, só pode...)

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Não se admirem...

... se virem um gajo com a marca dos meus dedos na cara.

Ninguém rouba beijos à Fadinha!

Quem tentou, levou!!!

:(




(Já uma gaja não pode vestir um vestido??? Estar gira?... Helloooo?!?!?!... Que merdice!!!)

:(

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Há alturas...

... Em que ser minimamente feliz parece impossível...

Há dias em que o cansaço geral, físico e mental, se torna num cansaço emocional, até mesmo espiritual.

Há dias em que acordo e resmungo, porque no mundo dos sonhos, mesmo até dos pesadelos, se está melhor do que na realidade duma cama vazia dele.

Há dias em que a minha Alma está cansada da vidinha desenxabida que por vezes tenho, e só lhe apetece partir.

Há dias em que me faltam forças até para respirar.

Há dias em que no final até consideramos que foi um bom dia, que sabemos as vantagens e temos consciência das bençãos que nos dão, mas que não conseguimos agir em conformidade e parecemos "mal-agradecidos".

Há dias em que simplesmente não me apetecia acordar. Para sempre.

Há dias em que tenho de respirar devagarinho, e fazer tudo devagarinho, porque se tentar fazer mais ou mais depressa, esgoto-me, falta-me o ar.

Há dias em que não sinto motivação para nada.

Há dias em que me revolto por alguém te tirado o meu coração do congelador e ter feito com que os sentimentos nascessem e depois, incautamente, sem maldade, o ter deixado cair e feito quebrar.

Há dias em que não me apetece sentir. Porque "sentir", dói.

Há dias em que me sinto apenas em dor.

Há dias de merd@, e eu ando a ter demasiados desses dias, ultimamente...

Fuck... :(

domingo, 7 de março de 2010

Tristeza

Hoje estou triste.

Estes últimos dias, passei por diversas emoções, mais ou menos intensas, que me agitaram o interior em maior ou menor grau.

Quem convive comigo esporadicamente, raramente se apercebe do meu estado de espírito, pois sou uma pessoa alegre por natureza e quando não estou, ponho-me!
Não gosto de andar triste, não gosto de mostrar "trombas", que não sou nenhum elefante.

Brinco, rio, faço de palhacita, e tenho uma "máscara" de "está tudo bem" mesmo quando não está.

Tenho essa capacidade, não é fingimento, não é não querer partilhar o meu estado de espírito, mas simplesmente, guardo as lágrimas para a almofada e para o silêncio da noite.
É uma emoção reservada, e pouco mostrada.
Só se apercebe quem me conhece bem, quem me sabe ler os olhos, e mesmo assim, só quem sabe do que se passa, ou tem alguma noção do tema que me causa a tristeza.

Mas hoje, estou triste.
Estou triste por razões diversas, entre as quais ter que assumir determinados erros que cometi (mas que não magoaram ninguém mais além de mim) e ter de ponderar em mudar as atitudes que levam a cometer esses mesmos erros em que caio desde há alguns anos.
Ter de mudar a minha natureza, em certas coisas, não é fácil.
Mas talvez seja necessário, mesmo.

E estou triste por uma outra razão, que implica a espera de um determinado acontecimento, e paciência.
Muita paciência.
Mesmo para a possibilidade de não acontecer o que espero.

E sinto-me assim, triste.
Apenas triste.

Não estou zangada, nem irritada, nem frustrada, nem desesperada.
Estou apenas triste.

Como se o mundo, estes dias, nestes próximos dias, deixasse de ter as cores do costume e fosse apenas pintado em cinza, água e sal...

quinta-feira, 4 de março de 2010

Medos...

Ontem, de manhã, acordei com uma dor no baixo ventre, no lado direito.

Contas feitas (porque ando com um ciclo de 28/29 dias), e pelo tipo de dor, topei logo o que era: ovulação.

Veio acompanhada dum certo sangramento, nada de grave, óbvio, mas hoje nem me estou a sentir muito bem.

Se é disso, se é das mudanças de tempo, se é tudo junto... Não sei.

Dei comigo a pensar que, se engravidasse hoje, era mais provável ter um menino, porque dizem que os espermatozóides Y são mais rápidos que os X (sendo estes mais resistentes).

E voltaram os meus medos de nunca engravidar, de nunca ter um bebé, de nunca sentir a minha barriga a crescer por algo mais que as porcarias que, por vezes ou muitas vezes, como.

Dei comigo a pensar que tenho quase 35 anos e...
E que na minha idade começa a ser cada vez mais difícil, e mais provável de poder ter bebés com "problemas", etc, etc, etc...

E pronto, acho que este é o meu maior medo na vida: nunca ter um bebé lindo, saudável, sangue do meu sangue, nascido do meu ventre...

E confesso que me sinto muito, mas muito incompleta, por não ser mãe.

:(

sábado, 23 de janeiro de 2010

This is not funny... :s


Ah, pois é, o resultado de 3 dias em Lisboa com nenhum exercício e paparoca boa tinha de dar asneira.

Quase a medo, pesei-me hoje de manhã e lá estavam mais 2 quilinhos da treta a chatear (embora o verdadeiro problema não seja o PESO, mas sim o VOLUME!!!).

Entretanto, lembrei-me de ir ver o meu IMC e as minhas necessidades calóricas diárias aqui, e o resultado foi este:



Pré-obeso!!!!!!!!!
Buaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!
Snif snif snif Buaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

:s


Resultado, este fim-de-semana vai ser a beber muitos líquidos (limpeza interna, pois), a ter cuidados extra com a alimentação (nada de pizzas e lasanhas e bacalhau com natas e cozido à portuguesa e bifes com batatas fritas e ... ai a vida a deixar de ter graça...snif), a fazer umas caminhadas e a ter de repensar na minha alimentação dos próximos tempos...
(Não, não vou dispensar os frutos secos, têm muitos microelementos preciosos... :p)

Faquinchitiiiiii!!!

Detesto dietas!
Eu devia era praticar sexo louco e desvairado!!! :s


BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Uma Aventura... nas Terras Altas :(

Pois é, amigos, isto de neve é tudo muito bonito, e tudo, e tudo, mas não quando temos de sair para trabalhar e o piso está gelado, pois perde metade da piada.

Hoje deveria ter andado, a trabalho, uns 100 kms pelas estradas municipais das Terras Altas, e entretanto desmarquei as pessoas porque não me apeteceu arriscar o pescoço por causa do que havia para fazer (adiei, não vou deixar de fazer o trabalho, óbvio).

Decidi ir para o gabinete, saio de casa e vou a escorregar até à garagem, a pensar que não tarda parto uma patinha e isso não me dá jeito nenhum!...

Tiro o carro da garagem e tento sair.
O acesso é em paralelos e... Só sinto o carro a derrapar.

"Faquinchiti", deixo-o descair e tento de novo. Consigo subir um pouco mais, mas ainda não tinha chegado ao cimo, derrapa por todo o lado. E eu não gosto da ribanceira desprotegida ali mesmo ao lado. :(

Telefono e descubro que os colegas estão em situação pior que a minha, que já houve acidentes, que toda a gente volta para trás, se tiver juízo.

Daí, hoje vai ser um dia a trabalhar em casa, a menos que me venham buscar.

Isto é tudo muito bonito, mas é a ver a neve cair lá fora quando não se tem de sair de casa para trabalhar...

"Faquinchiti"... :(




Update das 10:28:
Detesto ouvir sirenes, especialmente nestes dias... :(

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

:s

Estou com uma vértebra deslocada.

É a do costume, a que me dá dores e me causa indisposição, que me afecta a vesícula e a digestão.

Que faz com que não use soutien quando estou assim.

Que fez com que acordasse há meia-hora, tendo-me deitado às 2:00.

Vou ao "loiro" na próxima semana, mas não quero sofrer até lá...

Portanto, preciso duma massagem.

Voluntários?...

:s