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domingo, 19 de fevereiro de 2012

What Life is For?...



WHAT LIFE IS FOR

A million stars up in the sky
We watch them live, we watch them die
Now who can tell how this will be?
Now are we fools when we believe?

So listen

I never felt like this before
And I feel no guilt for wanting more
I’ll take all my chances here with you
And I can tell you feel it too


So let’s not hide it, I won’t hide it anymore
Who knows what life is for?

So take my hand
We’ll make this happen
It’s real, I’m in love with you

And then you stepped out of my screen
I’m awake inside my dream
Tears roll backwards to the light
A rush of love, I feel alive

So listen

I’m in the back waiting for you
And I can tell you feel it too
So let’s not hide it, I won’t hide it anymore
Who knows what life is for?

So take my hand
We’ll make this happen

It’s real, I’m in love with you

A million stars up in the sky
Now can you tell me which one am I?

I never felt like this before
And my heart keeps wanting more

Then let’s not hide it, I won’t hide it anymore
Who knows what life is for?

So take my hand
We’ll make this happen
It’s real, I’m in love with you

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Jurei...

... ser Eu...
O Teu Luar...
Brilhar, só Eu...
No Teu Olhar...



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pés na Terra 2

A semana passada foi difícil.
Esta também não está a ser muito fácil...
Ultimamente, sinto-me desmotivada, "embruxada", cansada.
Desinspirada até de escrever e de fazer as coisas que gosto.

Ele é o carro a dar despesas, ele é as contas a aumentarem, ele é as mudanças no trabalho...
Uma série de coisinhas que não matam, mas moem...

E hoje, telefona-me a minha Mãe...

A dizer-me que a minha prima está, de novo, a ser operada por causa do tumor, que entretanto surgiu no pescoço... Ao qual foi operada na altura do Natal, mas que agora tem de ser intervencionada de novo devido a um problema na recuperação...
E cá estou eu, a rezar para que tudo lhe corra bem, e a pensar que os bens mais preciosos não são materiais...

Somos simples e leves grãos de areia nas dunas da Vida...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

8

Há precisamente oito anos atrás, comecei a trabalhar aqui onde (ainda) estou...

Nunca pensei fazer 8 anos de casa, confesso, e há já 2 anos que tenho vontade de mudar...


Uma das frases que, ultimamente, me soa no cérebro é: "Liberta-te do velho para deixar entrar o novo.".

Mas, no entanto, e dada a situação actual do país, tenho receio de arriscar a saída sem paraquedas (sem ter onde ir trabalhar) e poder vir a ficar dependente de alguém.
Por outro lado, a área está mais que entupida, ou as ofertas existentes estão muito aquém de serem minimamente interessantes, e sinto-me numa zona profissional de "nevoeiro pantanoso", por não saber muito bem o que fazer e me sentir estagnada aqui.

Claro que, em 8 anos, nem tudo foi mau, senão nunca teria passado tanto tempo.

O problema maior é a consciencialização de que, daqui em diante, as coisas não mudam para melhor, e já nem me refiro à questão de não ser aumentada há 4 anos (e só fui aumentada uma vez desde que entrei), mas sim ao facto de não haver compensações de tipo nenhum...

Apenas houve, e vai haver, mais aumento de responsabilidades e de trabalho, e aquela sensação que quanto mais se faz, mais exigem que se faça...

As compensações poderiam traduzir-se, tão simplesmente, em mais dias de férias, ou em "banco do tempo", ou algo que nos permitisse gerir a nossa vida pessoal da melhor maneira, para compensar as horas a mais (não remuneradas) que fazemos em determinadas alturas.
Ou na possibilidade de ir a colóquios/seminários/formações, que mesmo que não fossem de interesse "directo" para a casa, houvesse autorização para ir.

Por exemplo, no ano passado, tirei um minicurso (5 dias) duma área que não está relacionada directamente com o meu trabalho, mas está "indirectamente" (e pelos vistos, vai estar mais directamente a partir de há 2 semanas atrás em que arranjámos um parceiro novo nessa área). Esse minicurso foi pago por mim, e tirei-o nas minhas férias.
Quis ir a um outro Seminário, que também não era de interesse directo para a "casa", e tive de pedir autorização e de meter um dia de férias para poder ir, uma vez que era Sexta e Sábado. Claro que todas as despesas foram por minha conta.

Já este ano, fui a um seminário da área, e era 6ª e Sábado na terra onde vive a minha mãe.
O custo do seminário foi de 25 euros.
Eu mostrei vontade de ir (pelo tema e pelo sítio, mas essencialmente pelo tema), e a "casa" deu-me o dia de Sexta. Só.
Não que eu estivesse à espera que me pagassem o seminário... Mas teria sido melhor que não me tivessem dito: "Damos-lhe autorização e o dia, porque tem lá casa onde ficar...".
Então, se eu quisesse ir a um seminário de interesse para a "casa", mesmo que pagasse tudo do meu bolso e fosse do outro lado do mundo, não me autorizavam?!?!?... Então, e o facto de eu ainda ir no Sábado a esse seminário, "perdendo" um dia de fim-de-semana, e não me comportar como outros que só vão nos dias de trabalho, não vale de nada?!?!?...

Tendo em conta que as horas que dou a mais, ao longo do ano, já somam o equivalente (sem exagero) a mais de 40 dias de trabalho (e só ainda estou em Agosto, e não sei o número certo porque prefiro nem contabilizar), creio que poderia haver maior abertura da casa em relação a este tipo de situações...

Isso, entre outras coisas, poderia fazer a diferença, a nível psicológico, de uma pessoa se sentir "escravizada" ou não.

O trabalho não me assusta, nem nunca tive problemas em fazer horas, ou "entregar-me" a uma causa, mas chegar a situações de "Quanto mais baixas a cabeça, mais ao c* te vão", não é nem do meu agrado nem do meu interesse.

Além de não poder dar formação a entidades externas (e ganhar umas lecas extra, que bem jeito davam), na área, porque é considerado "concorrência" com a casa, e o chefe entende que tudo o que sabemos, aprendemos aqui... Poupem-me...

E a palmadinha nas costas, no fim do ano, do chefe a dizer "Tenho muito orgulho em trabalhar convosco", soa tão "politicamente correcta" que enjoa, porque na hora da verdade, questiona o nosso empenho e dedicação sem razão, e arrogantemente, como já aconteceu...

Também é verdade que, ao contrário de muita boa gente, eu ainda tenho um ordenado ao fim do mês, e pago certinho. (Até quando?...)
Por outro lado, quando o ordenado só serve, basicamente (pois pouco sobra, e sem fazer "um vidão"), para pagar o facto de estar deslocada para poder trabalhar, fica assim uma sensação de inutilidade deste tipo de vida.
E a sensação de ser apenas uma "put@ laboral", a trabalhar apenas pelo ordenado ao fim do mês... :(

Enfim...
8 anos.
:S

Espero não fazer 9, e que seja por bons motivos...

domingo, 1 de maio de 2011

Sometimes...

it´s not easy being me...



...

I’m just out to find
The better part of me

I’m more than a bird...
i’m more than a plane
More than some pretty face beside a train
It’s not easy to be me

Wish that I could cry
Fall upon my knees

...

Even heroes have the right to bleed

...

Even heroes have the right to dream
It’s not easy to be me

Up, up and away... away from me

...



Five for Fighting - It's not easy (to be me)

domingo, 6 de março de 2011

If I could...





stay...
Then the night would give you up
Stay...then the day would keep its trust
Stay...with the demons you drowned
Stay...with the spirit I found
Stay...and the night would be enough

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Devagarinho...



... começo a sentir o coração a bater.

Tomo consciência de cada batida, dada em sofrimento, em compasso de dor...

E começa [o coração] a ficar cada vez mais inchado, esticado, a rasgar por não caber em si de tanta dor.

E os pulmões começam a falhar, e o ar sai do peito em soluços custosos.

Os olhos enchem-se de lágrimas que transbordam como há muito tempo não o faziam.

E o coração rebenta e as lágrimas são rios desregrados que escorrem no meu rosto.



E grito.
Grito a minha dor, a minha revolta, a minha angústia, grito em silêncio sufocando-me na almofada que me acompanha nas minhas dores e nas minhas alegrias.

Grito contra ti, contra o mundo, contra mim, grito apenas sem ninguém me ouvir.




Mas desta vez foi demais.
E dói demais.
E dói, dói, dói!

E apetece-me partir tudo, rasgar tudo, cortar com uma faca o que me dói, pegar no carro e sair à deriva por aí.
Ir ver o mar.
Despistar-me numa curva.
Perder-me de vez.

E só voltar quando encontrar em mim, dentro de mim, o espaço vazio e limpo dos estilhaços do meu coração, que nunca, mas nunca mesmo, nunca devia ter saído do congelador onde estava.








domingo, 6 de fevereiro de 2011

Uma noite...

... foi assim.

Uma outra noite, deveria ter sido assim.
Mas não foi.



[Não consigo sentir. Não consigo sentir o coração a bater. Não consigo respirar.]


Por Uma Noite - Klepht
Tocas no rosto enquanto o ar não sai
Inspiro sem medo do acto que vem
Envolvo os pés como mãos
Do toque nasce a nossa ilusão

Desenhas os risos de um novo medo
Que o peito demonstra sem qualquer sossego
Faz tempo que a culpa se foi
Ficámos de pensar só depois
Do erro.

Já pouco nos resta fechar os olhos
Escondemos actos sem qualquer receio ou angustia
Que nos prende a vontade de sentir
O corpo com prazer

Rasgas-me a roupa sem qualquer pudor
Enquanto buscas o ar pela boca
Passeias o teu cheiro no meu corpo
Por entre os braços misturo tudo
Após o prazer ficaremos mudos
Sem saber
Se é por uma noite

Grito o teu nome sem saber
Como será o amanhã
Foi um sonho real
Por uma noite.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

TPM Power

Hoje, tive uma troca de palavras "mais"... com alguém de quem gosto muito.

Reivindiquei, ralhei, fui irónica, fria, agressiva, mas sempre sem baixarias, até que a certa altura, ele disse:

"Hoje é impossível falar contigo... Estás-me a querer comer o cérebro..."

Resposta em tom irónico:
"Mioleira a esta hora?... Não me parece... Mas já devias saber que numa discussão não tens hipótese comigo..."

A verdade é que disfarcei a mágoa com ironia, a saudade com agressividade e aproveitei para dizer algumas coisas que estavam cá guardadas, à espera de oportunidade para sair.

Não é costume agir assim.
Mas às vezes, a Alma está cansada de certas situações dolorosas, e vão-se buscar forças às hormonas doidas e irritadiças da fase de Tensão Pré-Menstrual...

Não o quis magoar.
Apenas provocar um certo distanciamento que me permita levantar defesas, preparar a guarda e não estar tão exposta nem sensível às coisas que ele faz e diz sem perceber que me magoam... (Mesmo depois de lhe explicar...)

Apenas afastar-me até que qualquer coisa "menor" vinda dele deixe de doer, ou eu deixe de me importar...


(Benditas hormonas, até mesmo destrambelhadas conseguem dar jeito... :) )

sábado, 11 de setembro de 2010

Coma Informático

Caros leitores e visitantes cá do tasco,

Venho comunicar que o meu computador particular entrou em coma, prevendo-se a saída do mesmo a partir de dia 20 do corrente.

Assim, é com grande pena minha que ainda vou ter menos possibilidade de vos ler, de vos visitar, de socializar convosco, pelo menos durante uns tempos.

A parte boa disto é que, ao não estar entretida na net e nos blogues ao serão, vai-me sobrar mais tempo para arrumar papeladas e para dar uma volta às roupas de Inverno... (embora nada disto me deixe especialmente feliz... :( )


Beijinhos grandes e fiquem bem.

Até ao meu regresso :*

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A despedida



Ya estoy curado, anestesiado
Ya me olvidado de tí...

Hoy me despido, de tu ausencia
Ya estoy en paz...

Ya no te espero, ya no te llamo, ya no me engaño
Hoy te borrado, de mi paciencia
Hoy fui capaz...

Desde aquel día, en que te fuiste,
yo no sabía, que hacer de tí
Ya están domados, mis sentimientos
Mejor así...

Hoy me burlado, de la tristeza
Hoy me librado, de tu recuerdo
Ya no te extraño, ya me arrancado, ya estoy en paz...

Ya estoy curado, anestesiado
Ya me olvidado...
Ya estoy curado, anestesiado
Ya me olvidado...

Te espero siempre mi amor...
Cada hora, cada día...

Te espero siempre mi amor...
Cada hora, cada día, cada minuto que yo viva...

Te espero siempre mi amor...
Se que um dia llegará...

Te espero siempre mi amor...
Cada hora, cada día...

Te espero siempre mi amor...
Cada minuto que yo viva...

Te espero siempre mi amor...
No me olvido y te quiero...

Te espero siempre mi amor...
Se que um dia volverás...

(Letra e música - "La Despedida" de Manu Chao)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Os astros, mais uma vez...

Horóscopo do dia:

"Sol na casa 1, lua na casa 8


Neste período, que vai de 28/06 (hoje) às 23h50 a 01/07 às 16h18, a passagem da Lua pelo setor das crises pessoais pode significar um transbordamento de emoções e problemas que você tem tentado evitar nos últimos dias, Fada. O Sol em trânsito pela Casa 1 lhe chama à consciência, à clareza em relação a si mesmo. A Lua neste momento pede que você não faça de conta que não existem coisas que lhe incomodam e que dê atenção a estes pontos. O Sol na 1 lhe ajuda a ver as coisas com maior clareza, e a ter a coragem de romper com hábitos, padrões, pensamentos ou pessoas que não lhe servem mais. Reflexão para o período: do que eu preciso me libertar? "


Ah, então deve ser por isso que estou com uma telha desgraçada...

Do que eu preciso de me libertar?
Huuummm

- Da falta de vontade de escrever a tese, da falta de inspiração e motivação para isso.
Mas ontem deixei tudo arrumadinho para lhe pegar hoje e nestes dias, portanto... A ver vamos, que alguma vontade surgiu.
Se não a escrever até Setembro, já não a escrevo, deixando, pela 1ª vez na vida, algo inacabado.

- Da sensação de inutilidade no trabalho. Porque por muito que faça (e tenho-me fartado de trabalhar, não duvidem...), nunca é o suficiente, as exigências são cada vez maiores, e um trabalho que me dava pica e ânimo e alegria, tornou-se num "só vou trabalhar nisto porque me pagam ao fim do mês".

- De me sentir emocionada em relação a ele. De ainda pensar nele. Da irritação que me dá ainda estar apegada a ele. PQP!

- Do medo de arriscar a loucura: deixar o trabalho e ir estudar outra área, que neste momento é mais motivante. E que seria, eventualmente, melhor paga.

- Da sensação de desinteresse por esta terrinha, desta gentinha (o facto de ter que ter dado uma chapada a um gajo não ajudou nada à festa...)...

Portanto, do que preciso de me libertar?
Da sensação da minha vida não fluir como um rio, mas ser um charco de águas estagnadas...

:s

(a culpa é dos astros, só pode...)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Há alturas...

... Em que ser minimamente feliz parece impossível...

Há dias em que o cansaço geral, físico e mental, se torna num cansaço emocional, até mesmo espiritual.

Há dias em que acordo e resmungo, porque no mundo dos sonhos, mesmo até dos pesadelos, se está melhor do que na realidade duma cama vazia dele.

Há dias em que a minha Alma está cansada da vidinha desenxabida que por vezes tenho, e só lhe apetece partir.

Há dias em que me faltam forças até para respirar.

Há dias em que no final até consideramos que foi um bom dia, que sabemos as vantagens e temos consciência das bençãos que nos dão, mas que não conseguimos agir em conformidade e parecemos "mal-agradecidos".

Há dias em que simplesmente não me apetecia acordar. Para sempre.

Há dias em que tenho de respirar devagarinho, e fazer tudo devagarinho, porque se tentar fazer mais ou mais depressa, esgoto-me, falta-me o ar.

Há dias em que não sinto motivação para nada.

Há dias em que me revolto por alguém te tirado o meu coração do congelador e ter feito com que os sentimentos nascessem e depois, incautamente, sem maldade, o ter deixado cair e feito quebrar.

Há dias em que não me apetece sentir. Porque "sentir", dói.

Há dias em que me sinto apenas em dor.

Há dias de merd@, e eu ando a ter demasiados desses dias, ultimamente...

Fuck... :(

domingo, 7 de março de 2010

Tristeza

Hoje estou triste.

Estes últimos dias, passei por diversas emoções, mais ou menos intensas, que me agitaram o interior em maior ou menor grau.

Quem convive comigo esporadicamente, raramente se apercebe do meu estado de espírito, pois sou uma pessoa alegre por natureza e quando não estou, ponho-me!
Não gosto de andar triste, não gosto de mostrar "trombas", que não sou nenhum elefante.

Brinco, rio, faço de palhacita, e tenho uma "máscara" de "está tudo bem" mesmo quando não está.

Tenho essa capacidade, não é fingimento, não é não querer partilhar o meu estado de espírito, mas simplesmente, guardo as lágrimas para a almofada e para o silêncio da noite.
É uma emoção reservada, e pouco mostrada.
Só se apercebe quem me conhece bem, quem me sabe ler os olhos, e mesmo assim, só quem sabe do que se passa, ou tem alguma noção do tema que me causa a tristeza.

Mas hoje, estou triste.
Estou triste por razões diversas, entre as quais ter que assumir determinados erros que cometi (mas que não magoaram ninguém mais além de mim) e ter de ponderar em mudar as atitudes que levam a cometer esses mesmos erros em que caio desde há alguns anos.
Ter de mudar a minha natureza, em certas coisas, não é fácil.
Mas talvez seja necessário, mesmo.

E estou triste por uma outra razão, que implica a espera de um determinado acontecimento, e paciência.
Muita paciência.
Mesmo para a possibilidade de não acontecer o que espero.

E sinto-me assim, triste.
Apenas triste.

Não estou zangada, nem irritada, nem frustrada, nem desesperada.
Estou apenas triste.

Como se o mundo, estes dias, nestes próximos dias, deixasse de ter as cores do costume e fosse apenas pintado em cinza, água e sal...

quinta-feira, 4 de março de 2010

Medos...

Ontem, de manhã, acordei com uma dor no baixo ventre, no lado direito.

Contas feitas (porque ando com um ciclo de 28/29 dias), e pelo tipo de dor, topei logo o que era: ovulação.

Veio acompanhada dum certo sangramento, nada de grave, óbvio, mas hoje nem me estou a sentir muito bem.

Se é disso, se é das mudanças de tempo, se é tudo junto... Não sei.

Dei comigo a pensar que, se engravidasse hoje, era mais provável ter um menino, porque dizem que os espermatozóides Y são mais rápidos que os X (sendo estes mais resistentes).

E voltaram os meus medos de nunca engravidar, de nunca ter um bebé, de nunca sentir a minha barriga a crescer por algo mais que as porcarias que, por vezes ou muitas vezes, como.

Dei comigo a pensar que tenho quase 35 anos e...
E que na minha idade começa a ser cada vez mais difícil, e mais provável de poder ter bebés com "problemas", etc, etc, etc...

E pronto, acho que este é o meu maior medo na vida: nunca ter um bebé lindo, saudável, sangue do meu sangue, nascido do meu ventre...

E confesso que me sinto muito, mas muito incompleta, por não ser mãe.

:(

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

:s

Estou com uma vértebra deslocada.

É a do costume, a que me dá dores e me causa indisposição, que me afecta a vesícula e a digestão.

Que faz com que não use soutien quando estou assim.

Que fez com que acordasse há meia-hora, tendo-me deitado às 2:00.

Vou ao "loiro" na próxima semana, mas não quero sofrer até lá...

Portanto, preciso duma massagem.

Voluntários?...

:s

sábado, 10 de outubro de 2009

Ontem...

... passei o dia todo com esta música a comichar-me no cérebro...

i gotta feeling
that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good night
that tonight’s gonna be a good good night





E foi mesmo! :D




Bom fim-de-semana, se não vos visitar entretanto! :)
Beijooooooooos :D



domingo, 13 de setembro de 2009

A Grande Loucura


Nestes dias, e no seguimento daquilo que eu chamo de Strange Days, tem sido cada vez mais forte e intensa a vontade de sair, de partir.

Para onde? Porquê? Fazer o quê? Em que condições?...
Estas perguntas agitam-se no meu cérebro, o qual, na verdade, anda em baixo de forma.

Tentei tornar gráfica as questões, numa forma de, também, ordenar os pensamentos.

E saiu isto:



(imagem da fada elaborada pela Jane Doe)



Ou seja, nem sempre a abertura duma porta implica o fecho de todas as outras...

Mas, neste momento, surgem as questões dos motivos, das vantagens e das desvantagens de cada opção.

Pensem comigo:

A porta azul é a mais urgente.
Ficar aqui, nesta cidade e neste emprego.

A cidade não me cativa, nem me prende. Aliás, nunca nenhuma cidade ou sítio o fez, não há nenhuma terra que me leve a pensar "quero ficar aqui para sempre". Sempre disse que "casa, é onde ponho a minha cabeça na minha almofada e durmo descansada".

Emprego:
A estabilidade profissional está, de certa forma, sempre comprometida, devido à "crise". Ou seja, hoje em dia, nenhum emprego é seguro (tirando ser politico mentiroso e aldrabão, mas não tenho estômago para isso, nem perfil.)
No entanto, é um pássaro na mão...

Gosto do meu trabalho.
Por outro lado, cada vez faço menos o que gosto e me afundo em burocracias e papéis, e vejo o Governo a lixar tudo e todos, principalmente quem mais trabalha.
A perspectiva de evolução, no trabalho, é pequena, estou a sentir mais estagnação e regressão ou retrocesso que outra coisa. Nem o mestrado na área servirá para evoluir profissionalmente (leia-se "fazer o que gosto, ser reconhecida e ter melhor ordenado").

Partir, sem destino.
Significa apresentar uma carta de despedimento, dar 2 meses ao emprego, e sair sem outro emprego em vista, deixando de ter ordenado e sem subsídio de desemprego.
Significa sair desta cidade, levando as tralhas todas para o sítio do costume das tralhas: a casa da minha mãe.
E ficar por lá até decidir o rumo.

Partir, com destino.
Apresentar a carta de despedimento, dar os dois meses (ou a indemnização) e ir trabalhar para outro lado, tendo já um "ramo" na mão antes de largar este.
Uma situação mais segura em termos profissionais e monetários, mas que ainda não existe na realidade.
De preferência, ir para perto da casa da minha mãe, por várias razões, entre as quais estar mais perto da família.

Porta Violeta
Sair do país VS ficar no país:
"Sair" é sempre uma aventura e ia-me custar, essencialmente e MUITO, ficar longe dos meus garotos, da minha família, sendo que um dos motivos de querer sair daqui é, precisamente, estar a uma hora de caminho da 7ª, numa direcção, e a 2h e meia dos restantes sobrinhos, na direcção oposta.
Sair sem rumo e sozinha é uma possibilidade que me assusta, confesso. Mas que também me seduz.
"Ficar" começa a ser cada vez mais difícil, devido à noção fantástica que tenho desta classe política que só nos fod€...

Porta Rosa
Continuar da Área 1 VS Mudar para a Área 2
Ok, estamos de crise e blá blá blá, não há nenhuma área que seja segura.
Tenho formação na Área 2 e dizem que tenho "jeito", além de ter gosto por ela. Tem a ver com Reiki e massagens terapêuticas, e agrada-me quando as pessoas saiem de junto de mim melhores do que quando chegaram.
Mas não deixo de gostar da Área 1, daí ponderar a coexistência de ambas, nem que a 2 fosse em regime de part-time.

Porta Verde
Se mudar para a Área 2, terei de continuar a formação na mesma; se continuar na Área 1, posso não ter tempo para a prática, apenas para mais formação...

Porta Laranja
Estudos:
Uma das possibilidades era candidatar-me a uma bolsa de Doutoramento, depois de acabar o mestrado. Claro que me posso sempre candidatar, mas claro que é sem garantias de que fosse aceite.
A bolsa dar-me-ia a estabilidade monetária que faltava e além disso, poderia eventualmente realizar a tese perto da minha família; era uma questão de escolha do tema.

Em primeiro, pretendo acabar o mestrado, mas é uma consideração a ter.

E claro, posso sempre pensar em realizá-la no estrangeiro.
Ficar neste trabalho, invalida o doutoramento.

E a questão do Doutoramento prende-se apenas com o facto de gostar de investigação.


Conclusão:
No meio disto tudo, sinto uma certa urgência que não sei explicar, em tomar uma decisão.
Talvez seja apenas resultado de cansaço e desânimo.
Talvez depois de ir de férias e voltar, as coisas estejam mais claras, ou menos urgentes.
Não sei.

Mas neste momento, apetecia-me a Grande Loucura:
Deixar o emprego, guardar as coisas na casa da minha mãe, pegar no pouco dinheiro que tenho (e eu tenho consciência que é pouco, pelo menos para ter um certo grau de "bem estar" durante o tempo necessário), pegar na mochila e ir correr mundo.
Ir a Stonehenge, às Pirâmides da Bósnia, a Angola, à Namíbia, a Machu Pichu, à Ilha de Páscoa, a Naica , a Nazca...
Assim, de repente, são lugares que gostava de ir, além de ir visitar amigos e família que tenho espalhados por aí...

Para a Grande Loucura, preciso de certezas que ainda não tenho e de coragem que ainda não sei se terei...

A ver vamos...

E se quiserem opinar sobre isto... Eu agradeço a opinião. :)

Beijitos a todos :)

terça-feira, 1 de setembro de 2009

No início de 2007...

... surgiste na minha vida.

Eu já estava na sala e tu apareceste, fora de horas (um hábito de atrasos que perdeste), um cometa radiante e vibrante de energia. Um corpo atlético, quase desenhado ao milímetro, numas calças fantásticas e cheias de bolsos, fogo puro em movimento.

Sentaste-te perto de mim e estudámos em conjunto.

Na hora de almoço, virei-me para ti e lancei: "És boa boca, não és?".

Riste-te, num riso surpreendido e cheio de suspeita, de quem pensa "Quem é esta maluca que adivinha as coisas ao fim de pouco tempo???", mas respondeste que sim, que gostavas muito de comer.

Almoçámos, e voltámos a estudar.

Fomos tendo encontros esporádicos, trocando experiências, vivências, partilhando chás e bolos ao fim das tardes de Inverno, jantares e cinemas.
Passou-se 2007 e passou-se 2008...

Ouvi-te falar de BTT, de triatlo, de natação, de meias-maratonas, de mil e uma actividades que só de te ouvir, ficava cansada e com preguiça para fazer fosse o que fosse...
Um dia, liguei-te para irmos ao cinema, e onde estavas tu? Numa qualquer prova de BTT no Gerês...
E levantavas-te na madrugada de Domingo para ir andar não sei quantos quilómetros de bicicleta e depois ainda ias para a piscina...
"Gente doida, só pode...", dizia eu.

Falei-te de reiki, de energias, de coisas estranhas e aventuras.
Decidiste fazer o curso de reiki, e um dia disseste-me "Este foi o curso da minha vida!...", e eu vi-te mudar, apreciei a tua mudança, o controlo fantástico da tua energia alucinante e embriagante.

Falámos de nós, de sonhos, de vontades.

E o tempo foi passando e cimentando a nossa ligação.


E hoje, tivémos um jantar especial.
Especial por ser o nosso último jantar antes de partires para longe, antes do vento te levar para Sul.

Sei que vai ser bom para ti. Notei as diferenças no teu rosto sereno, a certeza calma de quem está no Caminho certo.
O Teu Caminho.

Apreciei a beleza do teu rosto, a luminosidade dos teus olhos verdes, a tua coragem e simplicidade.

Partilhámos uma deliciosa refeição num dos primeiros restaurantes a que, no passado, fomos.
Há quem faça isto de ir no último jantar onde tudo começou, para encerrar ciclos, mas não é este o caso.
Não estamos a encerrar nada, estamos a voar no Vento. Livres.

Partilhei contigo os últimos Sinais, partilhaste comigo uma aprendizagem recente, as tuas aventuras a caminho de Santiago de Compostela.

Olhei-te emocionada, "vi" tudo o que me contaste, senti o que viveste e pensei: "Teria eu coragem de fazer o mesmo?..."

Por vezes, encontramos dentro de nós forças desconhecidas, mas tão nossas como o sangue que nos corre nas veias.

Contaste-me o que te espera, levaste a minha morada e prometeste escrever. Sei que lá, o acesso à net é complicado e o pouco dinheiro que vais receber é para ser bem gerido.

Estou feliz por ti, sinto que esse é o teu caminho, e o meu também se começa a definir.
Quem sabe?...
Prometi que, se mudar de morada, te aviso...

E se prometi, tu sabes que cumpro.

Admiro imenso a tua capacidade de "deixar tudo e todos" para participares num programa de Voluntariado.

Admiro-te imenso.

Agradeço aos Céus termo-nos cruzado uma bela manhã de Inverno, em que duas Almas se reconheceram como semelhantes e cresceram nas diferenças.

E agradeço-te, miúda, por estes convívios, por esta oportunidade de partilha, por esta amizade pura e simples.

Despedimo-nos, no final da noite, aqui à porta de casa, com abraços e beijos e lágrimas a quererem saltar.
Não chorei, claro. Embora a emoção me fizesse arder os olhos.

Amigas, não de Sempre, mas Para Sempre.

Beijinho, Mokas, e cá te espero, que voltes sã e salva, emocional e espiritualmente mais rica, daqui a um ano. :)
A menos que... O meu Vento sopre na tua direcção...

Who Knows?...


E como sei que gostas...
E desejando que o teu Príncipe Encantado um dia dance esta música contigo...
Aqui vai:



segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Porque hoje...

... vou jantar Contigo...


Porque...

... És ESPECIAL...


E porque o que nos une...

... É forte e maravilhoso...


Dedico-te esta música...




Beijo...